As minhas cores
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Com o Rosa,
pintei a lua do meu mundo.Com o Castanho,
pintei a minha tristeza.
Com o Verde,
pintei o fundo do Haiti.
pintei o coração que eu mais amo.
Com o Amarelo,
pintei uma vida melhor para as crianças do Haiti.
Com o Azul pintei a minha esperança,
de um mundo melhor.
Com o Laranja,
pintei o meu amor.
( Autora: Ana Margarida Contreiras)
Texto enviado pela professora Margarida Lopes
Postado por Alice Frade às 12:52 1 comentários
Cantinho da Turma do 5º B
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Olá a todos!
Alunos, Professores, Encarregados de Educação, Pais,...
Após alguns meses de trabalho, o nosso cantinho vai tomando forma e creio que já se sentia a falta de um espaço, onde fosse possível comentar o cantinho como um recurso e uma forma diferente de aprender, atrevendo-me mesmo a referir o carácter motivador que o mesmo tem tido em termos do desenvolvimento de competências muitas delas transversais ao currículo.
Assim, abro este ponto de encontro, onde a troca de opiniões e de sugestões por parte de todos, será sempre bem-vinda. (Para tal basta escrever um comentário)
A Directora de Turma e os alunos do 5º B agradecem a vossa participação.Postado por Alice Frade às 08:35 0 comentários
A casa assombrada
sábado, 16 de janeiro de 2010
Era uma vez um menino que andava a passear pela floresta. Chamava-se Nuno e tinha doze anos.
Enquanto andava a passear pela floresta, viu uma casa toda velha, ficou cheio de curiosidade e entrou dentro da casa. A casa era muito grande e assustadora e, de repente, ouviu:
Enquanto andava a passear pela floresta, viu uma casa toda velha, ficou cheio de curiosidade e entrou dentro da casa. A casa era muito grande e assustadora e, de repente, ouviu:
- Ah! Ah! Ah!
Ele olhou logo para trás e viu uma bruxa. A bruxa amarrou-o com umas cordas e disse-lhe:
- Nunca mais voltarás a ver a tua família, seu imbecil!
-Não, eu quero voltar a ver a minha família!- respondeu o Nuno.
O Nuno estava cheio de medo de nunca mais voltar a ver a sua família. A mãe do Nuno chegou a casa e chamou:
- Nuno, Nuno, onde estás?
Ele não respondia. A mãe ficou logo preocupada e foi à procura dele.
- A esta hora já a minha mãe anda à minha procura. – disse o Nuno.
- Deixa a tua mãe, imbecil!
A bruxa depois foi-se embora para a casa de outra bruxa e o Nuno ficou lá sozinho. De vez em quando, uma abóbora cintilava e o Nuno tinha medo.
Ao fim de um bocado, apareceram lá muitos morcegos e um fantasma.
A mãe do Nuno não o encontrava e já estava desesperada. Então ela ligou ao pai do Nuno e foram à polícia dizer que o filho andava desaparecido. Foram todos à procura dele e chamaram:
-Nuno, Nuno, estás aqui?
O Nuno ouviu, mas como tinha a boca tapada com fita-cola, não conseguia dizer nada.
Eles foram andando para a frente e viram aquela casa velha e enorme. Entraram lá e viram muitos morcegos e um fantasma, mas depois olharam para o canto direito da casa e lá estavao Nuno amarrado. A mãe e o pai desamarraram-no e perguntaram-lhe:
-Filho, estás bem?
- É claro que estou, só tenho um pouco de fome e de medo.
-Vamos já para casa, filho. Deixa só os senhores polícias fazerem umas perguntas. – pediu o pai.
-Ok.
-Quem te raptou?
-Uma bruxa.
-Como era a bruxa?
-Era pequena, gorda, feia, usava óculos, tinha um nariz muito grande e já não me lembro de mais nada.
- E ela raptou-te onde?
-Fui eu que vim dar uma volta pela floresta, vi esta casa tão velha, fiquei curioso, entrei e ela estava aqui.
-Ok, podem ir para casa.
Eles foram para casa, comeram e ao fim de um bocado bateram à porta e a mãe do Nuno perguntou:
-Quem é?
-Está aí o Nuno? É da polícia.
-Sim.
-Então chame-o lá, se faz favor!
-Nuno, anda cá!
-Ok.
-Olha lá, Nuno, esta é a bruxa que te raptou?
-É sim. Onde é que ela estava?
-Estava no aeroporto e ia fugir para o Brasil.
-Ah! Ok. E o que lhe vão fazer agora?
-Vamos prendê-la.
-A bruxa foi presa e o Nuno e a sua família viveram felizes para sempre e ficaram mais descansados.
Miguel Batista
(Texto enviado pela professora Margarida Lopes)
(Texto enviado pela professora Margarida Lopes)
Postado por Alice Frade às 12:29 0 comentários
A flor feliz
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Era uma vez uma flor que achava que estava muito sozinha.
- Eu não tenho ninguém com quem falar e ainda por cima ninguém trata de mim- dizia ela.
- Eu não tenho ninguém com quem falar e ainda por cima ninguém trata de mim- dizia ela.
Mas um dia passou perto dela uma linda menina que ao ver a flor assim tão sozinha e quase a morrer, foi buscar um vaso, tirou a flor com cuidado, meteu-a no vaso, deitou-lhe água por cima e levou-a para casa.
A flor não sabia como agradecer e lembrou-se que talvez a sua amizade fosse a maneira mais certa de agradecer.
A flor lembrou-se que tinha aprendido um truque de magia para fazer flores, então fez essa magia e quando a menina viu, ficou maravilhada. Aquele dia, para a flor e para a menina, passou a ser o dia da amizade.
A menina, um dia, foi comprar uma flor e reparou que na loja só havia uma única flor. Ela não hesitou em levar essa flor para o seu jardim, para fazer companhia à outra flor.
As flores, ao verem-se uma à outra, repararam que já se tinham visto na loja.
Elas falaram todo o dia e à noite até já eram namorados.
Assim acaba esta linda história com um final romântico e uma boa amizade que, de certeza, não acabará.
Gabriel Rodrigues
(Texto enviado pela professora Margarida Lopes)
Postado por Alice Frade às 14:16 0 comentários
Assinar:
Postagens (Atom)











